Algumas vezes não sei a hora de dizer. A palavra torta pula da minha boca e vai encontrar os destinos.
É melhor que o caroço do não dito, do não feito, do não vivido. Mas é cruel também. Um vicejante que dói.
Hove quem me dissesse que a sinceridade era pura.
Pura é a idéia que voa com Platão, que se escondeu tão lá no céu que ficou por ali...
Cada ouvido quer escutar a sua canção, a do outro tem que ser muda. É um humano em mim que desgosto. Um humano no outro que detesto.
E assim vamos 'teiando', os sentimentos vis. Sua mágoa na minha, entrelaçadas e distintas, um omisso infeliz.
E a quem a culpa se remete, mete entre os bolsos explicações, de um silêncio mortaz que na hora da voz se instalou.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Outono
Sinto a pele a flor,
borboletas a estomacar,
um vento fresco.
O sol nas minhas pápebras,
um riso de risco,
o frescor do beijo.
borboletas a estomacar,
um vento fresco.
O sol nas minhas pápebras,
um riso de risco,
o frescor do beijo.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Um abraço de Deus
"Tudo passa por onde passa o passáro da dor...
mais passageiro para aquele que passeia assoviando o amor..."
mais passageiro para aquele que passeia assoviando o amor..."
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Shh...
Se soubessem escutar as vozes dos olhos...
São tantas frases perdidas...
São tantas dores não ditas...
Tantos abraços pedidos em silêncio...
Ah se meu coração pudesse se expandir e acalentar esses olhos tristes...
Se eu pudesse largar o meu corpo pra abraçar esse chorar quieto...
Se me fosse permitido curar tantas lágrimas escondidas...
Ai do meu coração que vê o seu em desepero mudo...
Vai ficar tudo bem!
São tantas frases perdidas...
São tantas dores não ditas...
Tantos abraços pedidos em silêncio...
Ah se meu coração pudesse se expandir e acalentar esses olhos tristes...
Se eu pudesse largar o meu corpo pra abraçar esse chorar quieto...
Se me fosse permitido curar tantas lágrimas escondidas...
Ai do meu coração que vê o seu em desepero mudo...
Vai ficar tudo bem!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Mitigar
Embalo teus soluços,
Abraço teus pesares.
Não me largo de ti.
Teu choro no meu colo,
meus dedos a te achar...
'eu estou aqui'.
Amanso tua dor,
Versejo teus olhares.
'eu também já sofri'.
Teu ardor no meu peito,
meus braços a te amar...
'Deixa, eu cuido de ti'.
Abraço teus pesares.
Não me largo de ti.
Teu choro no meu colo,
meus dedos a te achar...
'eu estou aqui'.
Amanso tua dor,
Versejo teus olhares.
'eu também já sofri'.
Teu ardor no meu peito,
meus braços a te amar...
'Deixa, eu cuido de ti'.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Desejo oculto
Como pude eu me desarmar,
E abrir o peito frio ao teu calor,
E já perder a nitidez do olhar,
porque ceguei-me cedo de amor?
Como se ainda correm em minhas veias
o fél, a mágoa, o suspiro da saudade,
e ainda presenciam as minhas ceias,
as lágrimas ausentes de piedade?
Rezo à Deus pela minha fortaleza,
devolva-me o senso e a nobreza!
Em teu anseio eu sei, me desespero..
Não quero acreditar em sonho ainda..
Porque eu mesma vivo um sonho que se finda..
Mas vejo o meu fracasso, porque te quero...
E abrir o peito frio ao teu calor,
E já perder a nitidez do olhar,
porque ceguei-me cedo de amor?
Como se ainda correm em minhas veias
o fél, a mágoa, o suspiro da saudade,
e ainda presenciam as minhas ceias,
as lágrimas ausentes de piedade?
Rezo à Deus pela minha fortaleza,
devolva-me o senso e a nobreza!
Em teu anseio eu sei, me desespero..
Não quero acreditar em sonho ainda..
Porque eu mesma vivo um sonho que se finda..
Mas vejo o meu fracasso, porque te quero...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Anonimato
Pelas ruas sombrias.
Por detrás.
Envolto em cochias,
é onde estás.
Sempre à retaguarda,
sob um olhar curioso,
De tudo te apartas,
pouco ruidoso.
Vais assim vagando,
sempre às escondidas,
segues ocultando,
verdades perdidas.
Ah, o anonimato,
se eu souber,
eu mato!
Por detrás.
Envolto em cochias,
é onde estás.
Sempre à retaguarda,
sob um olhar curioso,
De tudo te apartas,
pouco ruidoso.
Vais assim vagando,
sempre às escondidas,
segues ocultando,
verdades perdidas.
Ah, o anonimato,
se eu souber,
eu mato!
Assinar:
Postagens (Atom)