sexta-feira, 17 de junho de 2011

Carelessly

back off
my space
so drained,
so streched.
I hate when you act like that
feelings in dance.
lost emotions, sad them
I don´t know this language,
my heart is just flipping around.
I´m loose
I´m crying
I don´t care.

sábado, 11 de junho de 2011

A volta

Feliz de quem volta a sua própria morada,
do natural mais humano,
do coração mais curado.

Perder a civilização por um pouco de paz,
e na paz achar a si flutuante,
de passado livre que ali não jaz.

Antes simples fosse arrancar os pontos,
fazer translúcidos os medos arraigados,
deixar desatar cicatrizes.

Mas a dor é memória.
E não se volta nunca como se foi.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Habitante de mim

Hoje me falaram vozes.
Vozes de não sei quem.
Um eu talvez bem distante,
que com intenções errantes,
quis ver se eu ia bem.

Esse habitante inquieto,
falante e desacorçoado,
sentou-se do meu ouvido ao lado
e foi me contando estórias,
estórias tristes de ninguém.

Meu coração calado,
tão penoso, tão divagante,
sentiu-se acorçoado
e entregou-se ao habitante tenebroso
que ia e ria com desdém.

Esse eu maldito,
de vozes infernais!
Não pode me ver feliz,
que infelicidades me traz
é hora de despejá-lo,
de deixá-lo partir para o além.

E que assim seja, amém!

domingo, 7 de novembro de 2010

Sorriso

Lua, não sorria para mim quando a noite é dos cães que não ladram... Durma amarela, fuja da minha contemplação, e no céu deixe a mim espaço, para eu me perder em uivos...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Delirios noturnos

Quando vi era tarde
Quando quis estava triste
Quando esperei o tempo corria
Estou sempre na contramão

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

32

Quando meus olhos não conseguem mais calar as lágrimas e meu mundo gira em desconcerto, meu corpo pende para os lados e minha alma vaza pelas veias, é a dor...a dor desalinhando meu coração...

É a realidade da ilusão. O caminho em círculos, a queda das pontes, o bater das portas...
É a mão que se solta quando a luz apaga...
É a primeira respiração do inverno...
São seus cabelos negros indo embora...desaparecendo por debaixo dos meus dedos...

Quando meu silêncio pesa, meus pulmões retesam e eu vacilo a sanidade, é porque perdi!
É porque bebi verdades...
São os sonhos do nascer do sol..
São suas palavras vazias.

domingo, 22 de agosto de 2010

Carta ao Fantástico

Boa noite!
Gostaria de manifestar a minha indignação em relação ao quadro ''O conciliador'' que mostrou a situação da diarista com sua dívida(cheques).
A narração/edição feita por vocês favoreceu a diarista, ressaltou seu estado psicológico, seu problema com o Serasa, e enfatizou sua vida difícil.
Acredito que com o poder de voz que vocês tem, vocês deveriam ressaltar o outro lado, o de quem vendeu uma mercadoria e não recebeu; deveriam favorecer quem usa a lei para realmente fazer justiça (pois uma dívida que em 5 anos caduca é uma situação moralmente injusta!). Vocês que constituem a emissora de TV mais influente do país deveriam EDUCAR e não ''deseducar'' a população, mostrando que um cheque não pode ser cobrado após um certo período, e demerecendo uma empresa que, DENTRO DA LEI, faz a dívida perdurar. Os papés de ''vilões e vítimas'' estão sendo trocados, e essa perda de valores afunda o Brasil.

Laura Baggio


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Aonde vamos parar? =/