Lua, não sorria para mim quando a noite é dos cães que não ladram... Durma amarela, fuja da minha contemplação, e no céu deixe a mim espaço, para eu me perder em uivos...
Sou branca.
E vinha descalça pela vida. Andava com um braço enrolado no sossego e outro na felicidade. Um dia, vinha branca e calma pelos caminhos do mundo, tropecei, cai.
Doeu tudo, doeu tanto! Então descobri a minha alma! Continuo vindo, mas uso chinelos.
De vez em quando gosto de tirá-los, e sentir de novo a dorzinha de mim.
2 comentários:
Faz tempo que você não abre sua alma. E mais tempo ainda, que você não abre sua alma criativa. Carissíma amiga, você morreu?
(PS: o acento no segundo I foi intencional)
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