sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Malditas!

Algumas vezes não sei a hora de dizer. A palavra torta pula da minha boca e vai encontrar os destinos.
É melhor que o caroço do não dito, do não feito, do não vivido. Mas é cruel também. Um vicejante que dói.
Hove quem me dissesse que a sinceridade era pura.
Pura é a idéia que voa com Platão, que se escondeu tão lá no céu que ficou por ali...
Cada ouvido quer escutar a sua canção, a do outro tem que ser muda. É um humano em mim que desgosto. Um humano no outro que detesto.
E assim vamos 'teiando', os sentimentos vis. Sua mágoa na minha, entrelaçadas e distintas, um omisso infeliz.
E a quem a culpa se remete, mete entre os bolsos explicações, de um silêncio mortaz que na hora da voz se instalou.

2 comentários:

Lucas Grosso disse...

Laura!!!

Anônimo disse...

mesmo sendo mal ditas, elas tem q ser usadas... bem vinda ao meu mundo... n posso nem de longe ficar calado, diferenca com relacao a paciencia, pq esta eu tenho de sobra... espero, e esperarei ate q sua curiosidade se torne insuportavel como a vontade de falar...