segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Meu presente, minha fé

Eram tão belas as cores que corriam com o vento que atordoei-me de tanto girar para vê-las todas. Tão vibrantes, espalhafatosas, sinceras. Cores sinceras...
E os meus olhos encheram-se de lágrimas cristalinas que de mansinho saltavam para minhas bochechas em finos, belos, transparentes rios...Desembocavam em meus lábios repuxados pelo meu sorriso branco. Sorriso de luz de sol poente.
Ah cores... o que são vocês? Sonhos? Vibrações? Arcos-íris?
São pedaços de mim que de tão cansados padeceram e estão subindo aos céus em felicidade perpétua?
Cores...são minhas divagações, são as belezas sem nome que me deixo homenagear... Se eu fosse artista pintaria esses "pretos e brancos" que assolam meu espaço, que ferem meus queridos, que deterioram toda paz...
Eram tão bonitas as cores que vi. Chorei de amor, chorei de esperança. Sorri porque é o que faço bem.

3 comentários:

Whisky Bemol. disse...

Eu gostei :)

Anônimo disse...

Vinha Branca,
É tão gostoso ler seus textos,
São vivos, suaves, doces...
Eles me inebriam um pouco, mas no grau certo.
Gosto de saboreá-los vendo a madrugada chegar, pra relaxar um pouco antes de dormir.
Tears! Salute! Tim, tim!

Anônimo disse...

Com certeza, alem de suas escritas, seu sorriso traz alegria, carinho, vida...